B
A REFER (sempre a REFER… e sempre em reestruturação…) continua a ser notícia pela piores razões, sobretudo no que diz respeito a rescisões de contratos de directores, com a atribuição de grossas maquias de indemnização (neste caso 120.000 euros, 24.058 contos na moeda antiga), para depois reintegrar alguns desses mesmos senhores, com a “simbólica” função de “consultores” e “assistência técnica”, para “assessorear” a patética administração da super-falida REFER, neste caso pela bela maquia de 6.000 euros por mês (1.200 contos na moeda antiga), para desempenhar uma actividade considerada de “capital importância” para a empresa. Os resultados estão à vista! Nunca um país teve tantos administradores, directores, assessores, consultores e especialistas, que bem longe de ser sua intenção servirem o país, as empresas e as comunidades, estão bem mais preocupados em usarem as oportunidades em proveito próprio.
Pelo atrás exposto, pode-se concluir que as “boas práticas” continuam a nortear o comportamento das empresas do sector empresarial do estado, especialmente no que diz respeito a saídas pela porta da frente, de técnicos altamente conceituados, ajoujados com nutridos sacos de dinheiro, e regressos das mesmas “figuras” pela porta das traseiras, para virem debicar mais umas coisitas, ao bolso dos contribuintes.
A REFER (sempre a REFER… e sempre em reestruturação…) continua a ser notícia pela piores razões, sobretudo no que diz respeito a rescisões de contratos de directores, com a atribuição de grossas maquias de indemnização (neste caso 120.000 euros, 24.058 contos na moeda antiga), para depois reintegrar alguns desses mesmos senhores, com a “simbólica” função de “consultores” e “assistência técnica”, para “assessorear” a patética administração da super-falida REFER, neste caso pela bela maquia de 6.000 euros por mês (1.200 contos na moeda antiga), para desempenhar uma actividade considerada de “capital importância” para a empresa. Os resultados estão à vista! Nunca um país teve tantos administradores, directores, assessores, consultores e especialistas, que bem longe de ser sua intenção servirem o país, as empresas e as comunidades, estão bem mais preocupados em usarem as oportunidades em proveito próprio.
Pelo atrás exposto, pode-se concluir que as “boas práticas” continuam a nortear o comportamento das empresas do sector empresarial do estado, especialmente no que diz respeito a saídas pela porta da frente, de técnicos altamente conceituados, ajoujados com nutridos sacos de dinheiro, e regressos das mesmas “figuras” pela porta das traseiras, para virem debicar mais umas coisitas, ao bolso dos contribuintes.
Custo da mão-de-obra/hora, em €, 2005 – Serviços
Custo da mão-de-obra/hora, em €, 2005 – Turismo
Produtividade do factor trabalho/hora – 2004 - UE 15=100
Evolução dos Custos Laborais - 2000=100
Se pararmos e reflectirmos sobre este tema, temos que concluir que Portugal continua a ser conduzido por um grupo de malfeitores, que mascarados de “especialistas” em “BOAS PRÁTICAS”, continuam a empurrar o país para o “inferno” laboral do século XIX. Nesta questão, falta saber se foi o ministro Pinho que inspirou a API, ou se foi a API a musa inspiradora do ministro.